TELEBRÁS
folcloreProvedores e telecomfornecedores e produtos
Telecomunicações Brasileiras S.A.: a holding estatal que organizou as operadoras brasileiras a partir de 1972; o sistema inteiro - três holdings fixas, a Embratel e oito holdings celulares - foi privatizado em doze leilões em 29 de julho de 1998, a maior privatização da história brasileira.
O nome da era do monopólio; seu desmonte é a dobradiça da linha do tempo das telecomunicações do Brasil.
A Telebras era a estatal holding que detinha as telecomunicações brasileiras, um sistema de empresas operadoras sob um mesmo teto federal e, por um quarto de século, foi simplesmente como a telefonia existia no país. Sua cisão em julho de 1998 esteve entre as maiores privatizações já tentadas em qualquer lugar naquele momento.
A era do monopólio é lembrada por duas coisas que soam contraditórias e ambas aconteceram. A Telebras construiu infraestrutura nacional genuína e financiou pesquisa séria por meio de seu próprio centro, alcançando lugares que cálculo comercial algum alcançaria. Também produziu filas de espera medidas em anos e uma linha tão escassa que era tratada como ativo: as pessoas compravam e vendiam linhas telefônicas, e uma linha residencial aparecia em balanços como patrimônio.
A cisão trocou um problema por outro. Competição e privatização acabaram com a fila, puseram a telefonia móvel ao alcance de rendas comuns, e transferiram a rede a operadores que respondem a acionistas, e não a um ministério. Também exigiu inventar um árbitro onde não havia nenhum, e é por isso que a Anatel surge no mesmo momento. Tudo na regulação de telecomunicações brasileira desde então descende daquele ano.
Também conhecido como: Telecomunicações Brasileiras, Sistema Telebrás
Fontes
- Privatização do Sistema Telebrás, 1998-07-29 (BNDES desestatização records)
- Telecomunicações Brasileiras S.A. (system history)