O que faz
Preencha o que você quer rastrear — um endereço, opcionalmente portas, um protocolo, uma contagem de pacotes — e a ferramenta monta a sequência completa de diagnose debug flow para um FortiGate: o reset para estado limpo, o filtro, as opções de exibição, o trace e o enable, seguidos da limpeza. Cada linha é explicada individualmente. Gera texto e não contata nada.
Por que um construtor, e não uma referência
diagnose debug flow não é um comando, é uma receita de quatro ou cinco comandos que só funcionam em conjunto. A ordem importa, a limpeza importa mais, e o conjunto é usado com frequência baixa o bastante para que quase ninguém o lembre com exatidão. É exatamente o formato de problema que um construtor determinístico resolve.
A ordem que ela emite, e por quê
A ferramenta emite filtro primeiro, enable por último. O guia de administração da própria Fortinet mostra diagnose debug enable primeiro, antes do filtro, e os dois funcionam — a ferramenta diz isso nas notas em vez de escolher em silêncio. O motivo para preferir o filtro primeiro é prático: num firewall movimentado, ligar a saída antes do filtro rastreia tudo até o filtro entrar.
Três coisas que ela sempre informa
- A contagem é de pacotes, não de segundos.
trace start 100são cem pacotes, e uma interface movimentada pode esgotá-los em menos de um segundo. - Tráfego com offload nunca chega a esse código. Em plataformas NP ou SP, um filtro correto pode não produzir nada enquanto o tráfego claramente flui. É o motivo mais comum de um bom trace parecer quebrado.
- Os números de linha na saída não são estáveis entre versões. Case pelo nome da função.
O que ela não faz
Não pode saber a sua plataforma, o seu arranjo de VDOMs ou se a sua sessão está com offload, e não valida nada contra um equipamento. Ela se recusa a montar um trace sem filtro, porque um debug flow sem filtro num firewall de produção é a forma mais rápida de tornar um console inutilizável.