O que faz
Cole um bloco f5-tenants:tenants — a forma da CLI ou o JSON do RESTCONF — e a ferramenta o lê de volta: o estado do ciclo de vida e o que significa, a imagem e a qual plataforma ela pertence, as blades e VLANs, e cada campo explicado. Local e offline; analisa o texto e não contata plataforma alguma.
A verificação que a torna mais que um glossário
A F5 publica a memória mínima como (3,5 × 1024 × vCPU) + 512, então dois vCPUs precisam de 7680 MB e quatro precisam de 14848 MB. A ferramenta calcula esse mínimo e o mostra ao lado do valor configurado, avisando quando a alocação está abaixo dele.
Ela também avisa quando aparece uma contagem de vCPU sem valor de memória, porque os dois andam juntos: aumentar cores sozinho deixa o tenant abaixo do novo mínimo.
A regra de ciclo de vida que ela declara
Para mudar vCPU ou memória num tenant deployed é preciso voltá-lo para provisioned primeiro, fazer a mudança e devolvê-lo a deployed. Não é operação em produção, e a ferramenta diz isso em todo tenant deployed em vez de esperar ser perguntada.
Formato de plataforma
Ela sinaliza o que pertence a qual máquina. VELOS é um chassi — nodes nomeia blades dentro de uma chassis partition e um tenant pode se estender por elas. rSeries é um appliance sem partitions nem blades, e o vcpu-cores-per-node precisa ser múltiplo de quatro. Um tenant VELOS válido de dois vCPUs não vai commitar num rSeries, e um bundle de imagem chamado ALL-VELOS também não vai fazer deploy nele — o que a ferramenta aponta só pelo nome do arquivo.
O que ela não faz
Não tem como saber quanto da sua plataforma já está alocado, então valida um tenant contra a fórmula publicada e não contra a capacidade restante. Se a blade tem a memória livre é pergunta para a plataforma.