Cole um agendamento de crontab de cinco campos — ou uma das macros @ — e a ferramenta o lê de volta: cada campo explicado em linguagem simples com o conjunto exato de valores que casa, as próximas cinco ocorrências, e as pegadinhas do dialeto sinalizadas enquanto você digita.
Os cinco campos
minuto hora dia-do-mês mês dia-da-semana, com faixas a-b, listas a,b, passos */n e a-b/n, e nomes (JAN–DEC, SUN–SAT). As macros @ — @yearly, @monthly, @weekly, @daily, @hourly e companhia — expandem para as formas de cinco campos; @reboot não tem agendamento nenhum, e a ferramenta diz isso em vez de inventar um.
As pegadinhas que ela sinaliza
A maior: quando dia-do-mês e dia-da-semana estão ambos restritos, o cron roda o comando quando qualquer um casa — um OU, não o E que quase todo mundo espera. Também: 0 e 7 são ambos domingo; um passo que não divide a faixa por igual vira de forma irregular (*/7 nos minutos termina em 56 e salta para 0); nomes dentro de faixas com passo são historicamente pouco confiáveis entre implementações; e uma entrada de seis campos é reconhecida como o dialeto Quartz com segundos, chamada pelo nome.
Sobre os horários projetados
O cron avalia agendamentos no horário local do daemon. As ocorrências aqui são calculadas no relógio de parede do instante atual do seu navegador, sem base de fusos aplicada — o mesmo motor determinístico que os golden vectors fixam contra um momento de referência congelado.
Tudo roda localmente; o agendamento nunca sai da página. Fundamentado no crontab(5) e na especificação POSIX.