A sincronização de configuração, config sync para os íntimos, é o mecanismo que mantém cada membro de um device group sync-failover ou sync-only com a mesma configuração. Deliberadamente, não é automática por padrão: você muda um dispositivo, o grupo mostra Changes Pending, e você escolhe quando e em qual direção empurrar. Essa escolha é o recurso - ela dá uma janela para validar a mudança num dispositivo antes de comprometer o grupo com ela.

Manual, automático e direção

No sync manual, o administrador seleciona o device group e sincroniza de um dispositivo para o grupo (empurrar minhas mudanças). O sync automático propaga as mudanças conforme são feitas. A maioria das equipes de operação mantém o manual precisamente porque ele transforma um erro de digitação num incidente de um dispositivo, e não do grupo inteiro. O sync pode ser incremental - só as mudanças desde o último - ou completo, e o sistema recua para uma carga completa quando o estado incremental não é confiável.

Lendo o status

O status colorido na interface resume o grupo: In Sync significa que todos concordam; Changes Pending nomeia o dispositivo com configuração mais nova; Awaiting Initial Sync significa que um membro nunca recebeu a configuração do grupo; Sync Failure significa tentativa feita e rejeitada. O TMSH dá o mesmo retrato com show cm sync-status, e comparar os timestamps de configuração entre dispositivos - que o blueprint cita explicitamente - identifica quem está à frente. O painel de detalhes nomeia o objeto exato que falhou ao carregar, e é aí que o diagnóstico começa.

Por que o sync falha

Quase toda falha se resolve numa lista curta. Device trust quebrado: a relação de certificados descrita no artigo de conceitos de HA foi danificada, com frequência por desvio de relógio, e nada viaja num canal quebrado. O próprio desvio de tempo: quando os relógios divergem além da tolerância, a validação da confiança e a ordenação dos commits sofrem - por isso o Network Time Protocol () dos serviços de sistema é dependência de HA, não gentileza. Divergência de versão: membros em versões diferentes podem recusar configuração com objetos que a versão mais antiga não entende, o que é intencional durante upgrades - você atualiza, valida e sincroniza no final. Caminho de rede: o canal de sync é a Centralized Management Interface (CMI), carregada entre self-IPs na porta 4353 do Transmission Control Protocol (TCP); se uma mudança de port lockdown ou um firewall removeu essa alcançabilidade, o sync para. E configuração que falha na validação do lado receptor - objeto referenciado ausente, valor por-dispositivo empurrado para o grupo - aparece como falha de carga nomeando o objeto ofensor.

A disciplina

O hábito que evita a maioria dos incidentes cabe numa frase: faça a mudança num dispositivo, valide o comportamento, então sincronize daquele dispositivo para o grupo - e nunca faça mudanças independentes simultâneas em dois membros, porque seja qual for a direção do sync depois, uma das mudanças será sobrescrita.