the Hacker Manifesto

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Um breve ensaio de 1986, escrito após a prisão de seu autor, que se tornou a declaração definidora da curiosidade hacker.

Publicado na Phrack sob o pseudônimo The Mentor, ele apresenta o hacking como uma fome de entender, não de causar dano, e sua frase sobre ser julgado pela curiosidade ecoou amplamente. Segue sendo o texto mais citado da cultura hacker, para o bem e para o mal.

A Consciência de um Hacker foi escrita em 1986 por Loyd Blankenship, sob o codinome The Mentor, pouco depois de sua prisão, e publicada na Phrack. É curta, de tom adolescente, e foi reproduzida mais que quase qualquer outro texto da cultura.

Seu argumento trata de curiosidade encontrando instituições. O narrador descreve o tédio com uma escola que premia memorização, o encontro com um computador que responde ao que ele de fato faz, e a descoberta de um mundo de pessoas que se importam com as mesmas coisas. A frase famosa, de que seu crime é a curiosidade, posiciona o texto inteiro como defesa da exploração contra uma sociedade que lê exploração como invasão.

Ele merece ser levado a sério e lido criticamente, as duas coisas ao mesmo tempo. O relato do que atrai as pessoas para os computadores é genuinamente verdadeiro e explica muito da cultura da área. O enquadramento do acesso não autorizado como pura investigação intelectual escamoteia dano real a pessoas reais, com o que o texto simplesmente não dialoga, e o romantismo foi usado desde então para desculpar coisas que não eram curiosidade alguma. É documento primário de uma cultura, não uma ética assentada.

Também conhecido como: The Conscience of a Hacker, The Mentor, Phrack manifesto

Fontes

  • The Mentor, 'The Conscience of a Hacker', Phrack Vol. 1 Issue 7 (1986)

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