the GNU Manifesto

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O chamado de Richard Stallman, em 1985, para construir um sistema operacional livre compatível com Unix que qualquer um pudesse compartilhar e alterar.

Ele lançou o Projeto GNU e articulou a ética do software livre - a de que os usuários devem ser livres para executar, estudar, modificar e redistribuir software. As ferramentas que produziu, combinadas anos depois com o núcleo Linux, tornaram-se o sistema operacional que roda boa parte da internet.

Richard Stallman publicou o Manifesto GNU em 1985 para explicar por que estava construindo um substituto livre para o Unix. O argumento não é que software deva ser barato; é que um usuário que não pode ler, modificar e compartilhar o software que roda em sua máquina fica sujeito a quem pode.

O raciocínio é deliberadamente sobre poder, e não sobre economia. Software proprietário cria uma dependência em que o usuário precisa pedir permissão para consertar ou entender uma ferramenta da qual depende, e o manifesto trata isso como problema ético antes de prático. A GPL implementa a posição: concede liberdades e exige que quem redistribui as preserve, e é por isso que se chama copyleft, usando a lei de direitos autorais contra o resultado que ela normalmente produz.

Sua influência é mais fácil de enxergar quarenta anos depois que o argumento em si. As ferramentas GNU somadas ao núcleo Linux viraram o sistema operacional da internet, e a licença criou as condições para um comum enorme. As licenças permissivas que depois dominaram abandonaram deliberadamente a exigência de reciprocidade, o que é discordância filosófica genuína, e não simplificação, e segue viva sempre que uma empresa constrói sobre código aberto sem contribuir de volta.

Também conhecido como: GNU Manifesto, Richard Stallman, free software

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