the Net routes around damage
expressãoredesprivacidade
A frase de John Gilmore de que a rede trata bloqueio como falha a ser contornada - resiliência como temperamento de projeto.
A citação completa de 1993 nomeia a censura como o dano; a metade de engenharia é simplesmente verdadeira (roteamento dinâmico existe para sobreviver a falhas), enquanto a metade política envelheceu para uma discussão em aberto. As duas metades são invocadas, muitas vezes sem notar que diferem.
A rede interpreta censura como dano e a contorna. A frase de John Gilmore descrevia uma propriedade genuína da internet inicial, em que um pacote tem muitos caminhos e bloquear um não impede a entrega.
A alegação técnica era exata na camada de roteamento e não se generaliza do jeito como foi frequentemente usada. A censura moderna não ataca rotas; opera onde a rede é naturalmente concentrada, nos gateways nacionais, na resolução de nomes, num punhado de plataformas que hospedam a maior parte do conteúdo, e cada vez mais na camada de aplicação, por remoções e suspensão de contas. Não há rota que contorne um provedor de hospedagem que apaga o arquivo.
O que sobrevive é o mecanismo, e não o otimismo. Sistemas resistentes à censura de fato funcionam multiplicando caminhos, seja por espelhamento, hospedagem distribuída, transporte criptografado ou protocolos projetados para não parecerem o que são. A frase de Gilmore se lê melhor como briefing de projeto que como profecia: a rede contorna o dano quando alguém a constrói para isso, e a concentração das duas últimas décadas correu no sentido oposto.
Também conhecido como: interprets censorship as damage