rough consensus and running code

expressão

redescultura de operações

A filosofia de trabalho do IETF: padrões nascem de acordo amplo mais implementações que funcionam de verdade.

A formulação de David Clark em 1992 - rejeitamos reis, presidentes e votação; acreditamos em consenso aproximado e código rodando - é o motivo de os protocolos da internet serem provados em interoperabilidade antes de estarem prontos no papel. É o DNA cultural por trás de cada RFC que este site ensina.

Rejeitamos reis, presidentes e votações. Acreditamos em consenso aproximado e código que roda. A frase de David Clark descreve como a IETF decide, e é alternativa genuína tanto à autoridade quanto ao voto formal.

Consenso aproximado significa nenhuma votação formal e nenhuma exigência de unanimidade: quem preside julga se as objeções foram endereçadas, não se todos concordam, e uma minoria persistente não tem poder de veto. Código que roda significa que uma proposta com duas implementações interoperáveis pesa mais que uma especificação elegante que ninguém construiu. Juntos, selecionam o que funciona em vez do que vence a discussão.

Os limites honestos merecem enunciado, porque a frase é usada como virtude sem ressalvas. O consenso aproximado recompensa quem consegue frequentar reuniões e sustentar participação longa, o que favorece os bem financiados, e o código que roda favorece quem já tem engenheiros. A IETF debateu repetidamente sua própria captura por grandes implementadores. Ainda assim produziu TCP/IP, HTTP e TLS, o que é um histórico mais forte que o da maioria dos organismos de padronização com legitimidade mais formal, e a tensão entre abertura e eficácia é viva, e não resolvida.

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