Prilex

folclore

segurançahacking

O grupo criminoso brasileiro ativo desde 2014 que começou com malware de caixa eletrônico - fazendo jackpotting em mais de mil máquinas de um banco num único incidente em 2016 e clonando cerca de vinte e oito mil cartões - e depois se reconstruiu em torno de sistemas de ponto de venda.

O Prilex é a evidência mais clara de que as quadrilhas brasileiras eram inovadoras, e não imitadoras. A geração de ponto de venda trabalha no nível do protocolo do pinpad, e não por interfaces de mais alto nível, corrige o software alvo em tempo real, engancha bibliotecas do sistema, e gera criptogramas para que transações em cartões com chip e senha virem fraudulentas. Também foi vendido como serviço. O perfil de capacidade - conhecimento detalhado de software e protocolos de pagamento - sugere entendimento de dentro da indústria que ele atacava.

Também conhecido como: atm jackpotting brasil, pos malware, ghost transactions, pinpad

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