Metcalfe's law

expressão

redescultura de operações

O valor de uma rede cresce com o quadrado do número de usuários conectados.

Atribuída a Robert Metcalfe, coinventor do Ethernet, e popularizada nos anos 1990, a lei captura por que redes 'viram': cada nó novo adiciona enlaces a todos os nós existentes. Economistas já argumentaram que o expoente real é mais suave (Odlyzko propôs n log n), mas o ponto qualitativo sobreviveu a todas as críticas. É a explicação de uma linha para efeitos de rede, aprisionamento de plataforma e por que o fax só importou quando todo mundo tinha um.

A lei de Metcalfe afirma que o valor de uma rede cresce com o quadrado do número de usuários conectados, porque o valor vem das conexões possíveis, e não dos nós. Dois telefones fazem um enlace; doze fazem sessenta e seis. Robert Metcalfe a formulou para a Ethernet, e ela virou a justificativa padrão para efeitos de rede em geral.

A matemática é também sua fraqueza, e vale dizer isso em vez de repetir a lei sem crítica. Nem toda conexão tem valor igual, e a maioria não tem nenhum: você nunca vai contatar a esmagadora maioria das pessoas de qualquer rede grande. Análises posteriores propuseram curvas de crescimento mais lentas justamente porque o quadrado exagera, e as avaliações mais entusiasmadas da era ponto com se apoiavam na versão sem ressalvas.

O que sobrevive é o formato, e não o expoente. Redes de fato ficam desproporcionalmente mais valiosas conforme crescem, e é por isso que o incumbente é difícil de deslocar e por que um concorrente tecnicamente superior com menos usuários perde assim mesmo. Essa dinâmica explica aplicativos de mensagem, plataformas sociais, e por que padrões de interoperabilidade importam tanto: eles permitem que uma rede pequena tome emprestado o valor de uma grande em vez de precisar virar uma.

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