standard user vs. admin
expressãoSuporte de TIsegurança
Trabalho diário numa conta sem privilégios, elevação só quando necessário: a versão desktop do menor privilégio, e a política menos favorita do malware.
A maior parte do malware comum simplesmente falha sem admin local.
Rodar uma estação sem direitos administrativos é o controle de endpoint isolado mais eficaz disponível, e é impopular por razões que vale enfrentar em vez de descartar. Uma fatia substancial do malware que exige elevação simplesmente falha numa conta de usuário padrão, e boa parte do restante fica limitada aos dados daquele usuário.
A objeção é real: alguns softwares genuinamente precisam de elevação, algumas aplicações legadas escrevem em locais que a exigem, e usuários que fazem trabalho técnico instalam coisas o tempo todo. Uma política que obriga a abrir chamado para cada instalação converte um controle de segurança em imposto de produtividade, e o resultado previsível são exceções abrangentes que restauram silenciosamente o estado original.
O que funciona é direcionado, e não absoluto. Listas de aplicações permitidas eliminam a necessidade de instalar software arbitrário, a elevação sob demanda concede direitos para uma tarefa e os retoma, e contas separadas permitem que um administrador faça trabalho administrativo sem navegar na web como tal. O modo de falha a evitar é a posição intermediária: uma política rígida o bastante para ser detestada, com exceções suficientes para não proteger nada, que é onde as organizações param quando o controle é implementado sem tratar o fluxo de trabalho que ele quebrou.