Karen Banks

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A engenheira da GreenNet cujo gateway carregou correio para sessenta organizações parceiras em três continentes, usando de propósito a tecnologia errada.

O GnFido rodava em store-and-forward - fidonet e uucp - e não sobre um enlace permanente de internet, porque para a maior parte dos correspondentes dele enlace permanente não existia nem cabia no orçamento. Era a tecnologia inferior por toda medida exceto a que importava, que era funcionar onde a melhor não funcionava, e para milhares de pessoas foi a única comunicação eletrônica acessível que houve. Em 1995 o programa que ela ajudou a fundar levou quarenta mulheres à conferência da ONU em Pequim e deu acesso a correio e web a dez mil delegadas, algumas pela primeira vez na vida; e o mesmo grupo então conseguiu inscrever comunicações na Plataforma de Ação de Pequim, a primeira política intergovernamental a tratar o acesso das mulheres a essas tecnologias como questão de direitos. O resumo que ela mesma faz de trinta anos é a frase a guardar: uma coisa é ter acesso às tecnologias e aos canos, mas são as pessoas que fazem a rede.

Também conhecido como: banks, gnfido, greennet, apc wnsp

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