hot / warm / cold standby
expressãoredesnuvem
As três temperaturas de um sistema reserva: rodando e sincronizado, rodando mas atrasado, ou desligado até ser necessário.
A temperatura compra tempo de recuperação: um standby quente assume em segundos, um frio depois de horas de restauração. O custo escala do mesmo jeito, o que torna a escolha uma decisão de negócio vestida de fantasia técnica.
As configurações de espera descrevem quão pronto está um secundário, e os termos mapeiam um espectro de custo contra tempo de recuperação. Quente significa em execução e sincronizado, capaz de assumir em segundos. Morno significa em execução porém atrasado, precisando alcançar. Frio significa que o equipamento existe e precisa ser iniciado, configurado e carregado antes de ser útil.
A escolha é decisão econômica disfarçada de técnica, e deve ser guiada por dois números acordados com o negócio, e não por preferência de engenharia: quanto tempo pode passar até o serviço voltar, e quanto dado pode ser perdido. Esses dois determinam qual configuração é necessária, e todo o resto é implementação.
A falha recorrente é um descompasso que ninguém notou. Uma espera fria documentada como atendendo a um objetivo de quatro horas, sem que ninguém tenha medido quanto a restauração de fato leva, é um plano que será descoberto errado no primeiro uso. E uma espera quente cuja sincronização quebrou em silêncio é pior que uma fria, porque a prontidão é presumida. Os dois casos se resolvem pela mesma prática: exercitar o failover periodicamente e cronometrá-lo.
Também conhecido como: hot standby, warm standby, cold standby