the 'room 404' myth

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A afirmação popular, porém falsa, de que o HTTP 404 recebe o nome de uma sala específica do CERN onde ficava o primeiro servidor da web.

A história diz que pedidos por um arquivo inexistente eram encaminhados à 'sala 404' e devolvidos - um conto elegante, mas sem fundamento. O 404 é apenas o status HTTP para 'Não Encontrado', em que o 4 inicial marca um erro do cliente, exatamente como 400, 401 e 403; não havia sala mágica alguma.

A história diz que a sala 404 do CERN abrigava o servidor web original, de modo que uma página ausente produzia o número da sala em que o arquivo não pôde ser encontrado. É uma boa história, aparece em muito material de resto confiável, e não é verdadeira.

A explicação real é mais sem graça e mais instrutiva. Os códigos de status HTTP são agrupados por classe: 4xx significa que o cliente errou e, dentro desse grupo, os códigos foram atribuídos em sequência, então 400 é requisição inválida, 401 não autorizado, 403 proibido e 404 não encontrado. O número é uma posição de índice, não uma sala. Não havia sala 404 cumprindo esse papel, e os relatos do próprio Tim Berners-Lee não sustentam a história.

Por que ela sobrevive é a parte que merece atenção. Um número que parece arbitrário convida a uma explicação, uma origem específica e simpática é mais memorável que um esquema de numeração e, uma vez repetida o suficiente, suas fontes viram circulares. O mesmo padrão produziu o mito de que o primeiro bug de computador nomeou o conceito, e ambos lembram que uma história de origem satisfatória é evidência fraca de qualquer coisa.

Contestado / frequentemente mal contado Uma versão popular desta história é imprecisa - veja a nota acima.

Também conhecido como: 404 room myth, CERN room 404, 404 origin

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