drink the Kool-Aid
expressãocultura de operações
Adotar uma crença ou tecnologia com entusiasmo acrítico, movido pelo grupo.
Costuma-se dizer de equipes que abraçam um framework ou metodologia como dogma, além do ponto da avaliação honesta. A expressão tem origem sombria nas mortes de Jonestown, em 1978, então carrega um tom de advertência sobre a convicção cega, mesmo quando usada de forma leve na área técnica.
Beber o Kool-Aid significa aceitar um sistema de crenças sem crítica, e a expressão tem origem genuinamente sombria no assassinato-suicídio em massa de Jonestown, em 1978, o que vale saber dada a leveza com que é usada em ambientes corporativos. Muitos dos que morreram foram coagidos ou eram crianças, e o uso jocoso soa desconfortável diante disso.
Em tecnologia, descreve a adoção acrítica: o arcabouço que vai resolver tudo, a metodologia aplicada sem consideração ao contexto, o discurso do fornecedor repetido internamente como se fosse avaliação. O sinal não é entusiasmo, é a ausência de limites declarados. Quem entende genuinamente uma tecnologia consegue descrever onde ela se encaixa mal, e quem não consegue descrever isso em geral adotou uma posição em vez de ter chegado a uma.
Há, porém, um inverso defensável. Comprometer-se com uma abordagem escolhida e usá-la direito vence a hesitação perpétua, e um time que trata toda decisão como provisória nunca colhe o benefício de nenhuma. A distinção é se o compromisso veio depois da avaliação ou no lugar dela, que é uma questão de processo, e não de quão fortemente alguém acredita.
Também conhecido como: drank the Kool-Aid