Conway's law
expressãocultura de operaçõesprogramação
A observação de que os sistemas acabam espelhando a estrutura de comunicação das organizações que os constroem.
Se quatro equipes constroem um compilador, você tende a obter um compilador de quatro passagens, porque as junções do software se formam onde ficam as conversas das equipes. O corolário moderno, a 'manobra inversa de Conway', é moldar as equipes de propósito para que a arquitetura desejada emerja.
A lei de Conway diz que as organizações projetam sistemas que espelham sua própria estrutura de comunicação, e foi publicada em 1968 como observação, e não como conselho. Quatro times construindo um compilador produzem um compilador de quatro passagens, não porque alguém decidiu isso, mas porque as interfaces que as pessoas conseguem negociar com facilidade viram as interfaces do software.
A razão de ela ter sobrevivido a quase tudo daquela época é que segue sendo confirmada. Um monólito mantido por um time se divide segundo as linhas dos times no momento em que há três. Uma fronteira de serviço sobre a qual ninguém concorda em geral mapeia dois grupos que não conversam. Se você quer saber por que um sistema tem o formato que tem, o organograma explica mais que os documentos de arquitetura.
O uso deliberado disso se chama manobra inversa de Conway: mudar a estrutura dos times para obter a arquitetura desejada, em vez de decretar uma arquitetura que a organização não consegue sustentar. Isso é estratégia genuína e também um argumento contra reorganizar levianamente, já que toda reorganização é uma decisão arquitetural, quer alguém a enquadre assim ou não.
Também conhecido como: Conway's law
Fontes
- Conway, 'How Do Committees Invent?' (1968)