Chaos Monkey
gírianuvemcultura de operações
A ferramenta da Netflix que mata instâncias de produção aleatoriamente, e o nome de injetar falhas de propósito para provar resiliência.
Criado durante a migração da Netflix para a nuvem no início dos anos 2010 e aberto em 2012, o Chaos Monkey encerra máquinas virtuais aleatórias em horário comercial, para que os engenheiros projetem para a falha em vez de torcer contra ela. Cresceu no Simian Army e na disciplina hoje chamada engenharia do caos. A aposta é simples: as falhas que você agenda custam menos que as falhas idênticas que você não agenda.