CASB
siglanuvemsegurança
Cloud Access Security Broker: o ponto de controle entre usuários e SaaS - visibilidade de quais apps de nuvem são usados e política sobre o que flui para eles.
Nasceu para responder 'quem envia o quê para qual SaaS?'; hoje costuma ser uma letra dentro de SASE.
O CASB existe porque o perímetro de segurança deixou de conter os dados. Quando os registros do negócio passam a viver em software que você não opera, as perguntas de quem os alcança, de qual dispositivo, e o que pode fazer com eles deixam de ser respondíveis por qualquer coisa instalada na sua rede.
Os dois estilos de implantação têm alcances genuinamente diferentes. Em linha, o tráfego passa pelo intermediário em tempo real, o que permite bloquear no momento, porém apenas para o tráfego que de fato percorre aquele caminho. Fora de banda, o intermediário usa a própria API do provedor para inspecionar o que já está armazenado, o que encontra o arquivo compartilhado publicamente em março e permite corrigi-lo retroativamente, mas só depois do fato. Implantações sérias rodam os dois, porque cada um cobre o ponto cego do outro.
O problema que justifica a categoria é a TI sombra. Aplicações sancionadas podem ser configuradas direito; as não sancionadas, adotadas sem pedir, é que vazam dados de verdade, e a descoberta costuma ser o primeiro valor real que um CASB entrega. Constatar que um departamento roda seu fluxo por um serviço não aprovado há dois anos é desconfortável, e é exatamente a constatação para a qual você comprou a ferramenta.