canary
termocultura de operaçõesnuvem
Expor uma mudança primeiro a uma fatia pequena e real do tráfego, para que a falha seja descoberta por poucos, e não por todos.
Funciona só se duas coisas forem verdadeiras, e as duas costumam faltar. Precisa haver um sinal que distinga o canário do resto, o que significa métricas segmentadas por versão, e não agregadas. E precisa haver uma reversão executável sob pressão por quem estiver acordado. Sem isso, um canário é uma implantação com passos a mais que falha em todo lugar do mesmo jeito, cinco minutos depois.
Também conhecido como: canary release